29 de dez de 2008

SOBRE APEGO E SUFOCAMENTO...

(Se possível leiam esse texto ouvindo "Your Heart is an Empty Room" do Death Cab For Cutie - é a cara do post )

Li um blog interessante essa noite, com ótimos textos sobre o desapego como forma de crescimento e (se entendi bem) o fardo pesado que carregamos em alguns relacionamentos.
Nesse final de ano estou muito emotivo(uia) e como acho que esse será o último post do ano, vou aproveitar as idéias dela.
No decorrer das nossas vida, e começando bem no início, sempre nos apegamos a algo que achamos essencial e sem o qual não podemos viver. Acho que tem início com a nossa mãe, passando para a chupeta, um brinquedo preferido, a tia da escola e (o mais dolorido quando passa) o primeiro amor. Mas a vida nos mostra que nada dura para sempre, acho que é da natureza humana se apegar as coisas no decorrer da vida. Quanta(o)s namorada(o)s não deixamos para trás achando que seria o(a) última(o)???
Triste, mas verdadeiro. O que nos leva ao segundo tópico do post. E a pressão que colocamos no companheiro? Esquecemos que temos nossa própria vida e individualidade e colocamos na mão de outra pessoa a condição para nossa felicidade. É justo isso? Creio que a felicidade esteja dentro de nós, independente do outro. Colocar esse peso nas costas de outra pessoa é desumano, para não dizer mesquinho e egoista.
Estava falando com um amigo recém-separado (parece que todo mundo resolveu se separar por esses dias) ele estava reclamando que não sabia do motivo do fim da união. Depois de alguns minutos de conversa ele acabou descobrindo. Ele colocava pressão demais nela. Chegou a tal ponto que ela não podia mais respirar. Pelo que ele me contou costumava deixar claro para ela (de forma bem piegas, por sinal) que sem ela ele não viveria e tal.
Poxa, isso estava certo?
No caso dele a descoberta da bobagem chegou tarde. Ela se separou dele e para não magoá-lo (eu acho) parou com as ligações e passou a evitar o contato. Ele conseguiu transformar o que poderia ser amor em pena (o pior sentimento que você pode transmitir para alguém) simplesmente passando toda a responsabilidade da sua felicidade para outra pessoa. O que, convenhamos, é um fardo pesado para passar para quem se gosta.
Infelizmente ele ainda gosta muito dela e ainda espera seu retorno, mas acho que essa perda fará bem para ele. O que nos leva ao primeiro tópico, desapego, perceberam? (Ufa, achavam que eu não conseguiria concluir meu raciocínio, né???)
Brincadeiras à parte, desejo, de todo coração, um ótimo ano de 2009 para todos e que possamos parar de procurar a felicidade em outro lugar que não seja em nós mesmos.
Abração e até o ano que vem (eu acho)...

----------------
Now playing: Death Cab For Cutie - Your Heart Is An Empty Room
via FoxyTunes
Postar um comentário

29 de dez de 2008

SOBRE APEGO E SUFOCAMENTO...

(Se possível leiam esse texto ouvindo "Your Heart is an Empty Room" do Death Cab For Cutie - é a cara do post )

Li um blog interessante essa noite, com ótimos textos sobre o desapego como forma de crescimento e (se entendi bem) o fardo pesado que carregamos em alguns relacionamentos.
Nesse final de ano estou muito emotivo(uia) e como acho que esse será o último post do ano, vou aproveitar as idéias dela.
No decorrer das nossas vida, e começando bem no início, sempre nos apegamos a algo que achamos essencial e sem o qual não podemos viver. Acho que tem início com a nossa mãe, passando para a chupeta, um brinquedo preferido, a tia da escola e (o mais dolorido quando passa) o primeiro amor. Mas a vida nos mostra que nada dura para sempre, acho que é da natureza humana se apegar as coisas no decorrer da vida. Quanta(o)s namorada(o)s não deixamos para trás achando que seria o(a) última(o)???
Triste, mas verdadeiro. O que nos leva ao segundo tópico do post. E a pressão que colocamos no companheiro? Esquecemos que temos nossa própria vida e individualidade e colocamos na mão de outra pessoa a condição para nossa felicidade. É justo isso? Creio que a felicidade esteja dentro de nós, independente do outro. Colocar esse peso nas costas de outra pessoa é desumano, para não dizer mesquinho e egoista.
Estava falando com um amigo recém-separado (parece que todo mundo resolveu se separar por esses dias) ele estava reclamando que não sabia do motivo do fim da união. Depois de alguns minutos de conversa ele acabou descobrindo. Ele colocava pressão demais nela. Chegou a tal ponto que ela não podia mais respirar. Pelo que ele me contou costumava deixar claro para ela (de forma bem piegas, por sinal) que sem ela ele não viveria e tal.
Poxa, isso estava certo?
No caso dele a descoberta da bobagem chegou tarde. Ela se separou dele e para não magoá-lo (eu acho) parou com as ligações e passou a evitar o contato. Ele conseguiu transformar o que poderia ser amor em pena (o pior sentimento que você pode transmitir para alguém) simplesmente passando toda a responsabilidade da sua felicidade para outra pessoa. O que, convenhamos, é um fardo pesado para passar para quem se gosta.
Infelizmente ele ainda gosta muito dela e ainda espera seu retorno, mas acho que essa perda fará bem para ele. O que nos leva ao primeiro tópico, desapego, perceberam? (Ufa, achavam que eu não conseguiria concluir meu raciocínio, né???)
Brincadeiras à parte, desejo, de todo coração, um ótimo ano de 2009 para todos e que possamos parar de procurar a felicidade em outro lugar que não seja em nós mesmos.
Abração e até o ano que vem (eu acho)...

----------------
Now playing: Death Cab For Cutie - Your Heart Is An Empty Room
via FoxyTunes
Postar um comentário